Gostaria de informar que um novo coelho foi comprado.
Por favor, não o deixe cair mais uma vez. Por favor.
eu amo vc.
e foi isso.
é por isso.
que nos dou mais essa chance.
me beija.
sexta-feira, 30 de julho de 2010
quarta-feira, 28 de julho de 2010
do dia 27 de julho de 2010
-rua
-ladeira estranha
-escada estreita
-porta grande e velha, por isso bonita.
-sala: livros espalhados, empilhados, uma tv aparentemente perdida, mas posicionada milimétricamente, Uma rede laranja, uma mesa de vidro. 5, também milimétricamente posicionados. Vamos tirar uma foto? assim...não sei porquê não tiramos. 3 taças de vinho, uma diferente da outra. Um vinho acabando rápido. Um copo de cerveja. Um copo de água. Coisas. Um avatar do Mc Donald's que acende. Uma pasta vermelha: violenta - editais e projeto...papéis. Um abajur acesso pra criar um clima. Uma piada sobre o Jefferson "Miranda", a cia dos atores está falindo. é isso mesmo. Comentário e conversa sobrea informação. Conversa sobre a situação do teatro brasileiro atual: grupos e companhias. Pesquisa. Memórias, trabalhos passados, traumas e coisas que não passam, o que está no corpo. O corpo sentiu falta. Tentativa. Drama. Debate, grosseria, nos olhamos, não nos olhamos, insistimos. Daquilo que é inevitável. Trocamos, tentamos mais, falamos e falamos, pensamos e repensamos, pra agir. Algumas mudanças bruscas de posição, outras mais leves. O dvd, o melhor e mais bonito, da Marisa Monte passando repetidamente. Cantamos, olhamos, des-olhamos. É isso, não é, pode ser. Agendamento. Gato mia.
-um quarto mais "arrumado", com uma cama de casal, um edredom, armário e outro abajur acesso pra criar um clima
-um banheiro, comprido, com azulejos de florzinha, daquele modelo que não tem igual.
-uma cozinha, uma varandinha com vista pra igreja. fogão, microondas, geladeira com as cervejas dentro, duas garrafas de água que foram levadas e uma com gás. um pote de doce de leite diet, um pacote de bolo(diet), um ovo só na geladeira. Não dá pra fazer o bolo. Duas garrafas bem cafonas e engraçadas de cachaça. Eu comento, Caio comenta.
-Um quarto com frases escritas na parede, mancha de tinta azul, é bonito. Um cartaz escrito: "vazio é o que não falta, Miranda". Livros, livros, mais livros espalhados e empilhados. Um móvel com tudo. Coisas, memórias, cds, dvds. Um computador, com fotos de guanará. Uma câmera passando balões para o computador. Mini dvs, papéis: um jogo de dialogar lendo os escritos da parede. Caio deitado, Isadora deitada, dois livros levados, emprestados. Bolsas e mochilas. Por que tudo tá naquele quarto? Internet.
-uma saída, nenhum bar aberto, um retorno: uma piada, risos(de novo), uma memória
-não pode ficar escrevendo errado no blog;
-estamos sendo plagiados(?);
-mandar e-mail com projeto;
-dia 12. Acho que vamos ter que almoçar juntos;
-levar pesquisa sobre editais e qualquer tipo de ajuda ou fomento para publicação de textos;
-levar o blog e os corpos;
-levar outras coisas que eu já sei que são precisas;
-levar o que é inevitável.
Dominique e Patricia dormem emboladas no edredom na cama do Vinicius. Isadora e Patricia dormem emboladas no edredom na cama do Vinicius. Dominique dorme na colchão bom, Caio no colchão ruim, Diogo em sua cama
Despertador ignorado, ignorado mais uma vez. Patricia e Diogo já se foram. Dominique lê na rede. Eu vou pro sol. Caio dorme e precisa ser acordado.
Amores, tem pão, biscoito, queijo, requeijão, manteiga, leite, café. O importante é deixar tudo fechado, ou algo do tipo. Resumindo.
-ladeira estranha
-escada estreita
-porta grande e velha, por isso bonita.
-sala: livros espalhados, empilhados, uma tv aparentemente perdida, mas posicionada milimétricamente, Uma rede laranja, uma mesa de vidro. 5, também milimétricamente posicionados. Vamos tirar uma foto? assim...não sei porquê não tiramos. 3 taças de vinho, uma diferente da outra. Um vinho acabando rápido. Um copo de cerveja. Um copo de água. Coisas. Um avatar do Mc Donald's que acende. Uma pasta vermelha: violenta - editais e projeto...papéis. Um abajur acesso pra criar um clima. Uma piada sobre o Jefferson "Miranda", a cia dos atores está falindo. é isso mesmo. Comentário e conversa sobrea informação. Conversa sobre a situação do teatro brasileiro atual: grupos e companhias. Pesquisa. Memórias, trabalhos passados, traumas e coisas que não passam, o que está no corpo. O corpo sentiu falta. Tentativa. Drama. Debate, grosseria, nos olhamos, não nos olhamos, insistimos. Daquilo que é inevitável. Trocamos, tentamos mais, falamos e falamos, pensamos e repensamos, pra agir. Algumas mudanças bruscas de posição, outras mais leves. O dvd, o melhor e mais bonito, da Marisa Monte passando repetidamente. Cantamos, olhamos, des-olhamos. É isso, não é, pode ser. Agendamento. Gato mia.
-um quarto mais "arrumado", com uma cama de casal, um edredom, armário e outro abajur acesso pra criar um clima
-um banheiro, comprido, com azulejos de florzinha, daquele modelo que não tem igual.
-uma cozinha, uma varandinha com vista pra igreja. fogão, microondas, geladeira com as cervejas dentro, duas garrafas de água que foram levadas e uma com gás. um pote de doce de leite diet, um pacote de bolo(diet), um ovo só na geladeira. Não dá pra fazer o bolo. Duas garrafas bem cafonas e engraçadas de cachaça. Eu comento, Caio comenta.
-Um quarto com frases escritas na parede, mancha de tinta azul, é bonito. Um cartaz escrito: "vazio é o que não falta, Miranda". Livros, livros, mais livros espalhados e empilhados. Um móvel com tudo. Coisas, memórias, cds, dvds. Um computador, com fotos de guanará. Uma câmera passando balões para o computador. Mini dvs, papéis: um jogo de dialogar lendo os escritos da parede. Caio deitado, Isadora deitada, dois livros levados, emprestados. Bolsas e mochilas. Por que tudo tá naquele quarto? Internet.
-uma saída, nenhum bar aberto, um retorno: uma piada, risos(de novo), uma memória
-não pode ficar escrevendo errado no blog;
-estamos sendo plagiados(?);
-mandar e-mail com projeto;
-dia 12. Acho que vamos ter que almoçar juntos;
-levar pesquisa sobre editais e qualquer tipo de ajuda ou fomento para publicação de textos;
-levar o blog e os corpos;
-levar outras coisas que eu já sei que são precisas;
-levar o que é inevitável.
Dominique e Patricia dormem emboladas no edredom na cama do Vinicius. Isadora e Patricia dormem emboladas no edredom na cama do Vinicius. Dominique dorme na colchão bom, Caio no colchão ruim, Diogo em sua cama
Despertador ignorado, ignorado mais uma vez. Patricia e Diogo já se foram. Dominique lê na rede. Eu vou pro sol. Caio dorme e precisa ser acordado.
Amores, tem pão, biscoito, queijo, requeijão, manteiga, leite, café. O importante é deixar tudo fechado, ou algo do tipo. Resumindo.
Eles não sabem...
Eles não sabem, não sabem mais dos pesadelos de madrugada, não sabem das crises de frio. Eles não sabem do peso, nem pensam sobre a altura. Eles não sabem que podem criar menos problemas. Eles não sabem do auê que as crianças fizeram, nem do novo amor. Eles não querem, ou querem demais. Eles vão, eles vem. Eles não, ficam parados aí, estáticos, perdidos, partidos, sem entender o que está acontecendo que as paredes não são mais as mesmas. Eles não sabem quem pintou as paredes. Eles não conseguem se lembrar, não sabem do bolo, do café, só pensam no chá e nem sabem qual é o melhor pra dor de barriga. Eles falam alto demais e não se escutam. Eles não sabem que são escutados, não sabem do estojo manchado de corante rosa, não sabem sobre as cores, os pincéis, os carimbos, as marcas. Eles não sabem que aquela marca sumiu. Eles não sabem que apesar disso o corpo ainda se lembra daquela sétima queda, do machucado já sem ter pra onde crescer. Não sabem sobre o crescimento, mas procuram saber. Eles não sabem quem faz, nem quem pensa, muito menos como pensa. Não sabem da coleção de rolhas e das datas em cada uma delas. Não se lembram mais o porquê das datas nem o que aconteceu em 1989. Não sabem sobre o Caio, a Dominique, o Diogo e a Patricia, que não sabe do Diogo, que não sabe do Caio que não sabe da Dominique. Eles não sabem sobre o esforço, não sabem que eu sei. Eles não sabem que foi uma escolha. Não sabem nada sobre decisões. Eles não sabem que a dor é prazer. Não sabem do pouco dinheiro. Eles não sabem sobre os desdobramentos, sobre as apropriações. Sobre as madrugadas, sobre o que se escreve aqui. Eles não sabem sobre as risadas sem fim, sobre o fim delas, sobre o colo. Não sabem sobre as roupas sujas. Não sabem sobre o dia de páscoa nem sobre o Natal. Não sabem do enterro. Eles não sabem sobrea matriz dramática, sobre esta. Não querem entender o drama. eles não sabem como parar, como variar um pouquinho. Não sabem e querem, querem muito saber e molham todas as paredes por causa disso. Apertam os móveis, mordem as prateleiras, arranham os relógios, e depois olham e desejam ter a casa mais limpa de todas. E não sabem.
minha confusão
AHAHAHAHAH
Muito, muito bom, olha só MEU AMOR, fica tranquilo aí tá!? Dá um tempo, que perseguição! Falar sobre aquilo que falamos???
Sobre aquilo o que??? Falamos sobre tantas coisas que quero ver agora se VOCÊ vai lembrar, "tim tim" por "tim tim" de todos os assuntos, de todos os movimentos, de todos os dramas, de todas as respirações. Fala sério, é muito fácil né....
esse seu comportamento essa sua mania de sempre causar um "rebuliço", criar um clima, já cansou. Me fala alguma coisa que me mova, PRA FRENTE e pára de querer voltar, sempre, voltar, voltar, voltar pra tudo que passou. Simplesmente pra voltar. é o movimento mais fácil as vezes. O trajeto já está no corpo.
Até o de ontem mesmo, já pode ter se esgotado sabia!? A gente se acomodou e não cria uma nova brincadeira, não apaga as luzes e tenta agarrar uma memória nova, no escuro.
E não é poesia não, não pense que sou que nem você, é fato e você sabe disso.
Mas tudo bem se é o que você quer eu também quero, vamos falar sobre o que aconteceu ontem
Muito, muito bom, olha só MEU AMOR, fica tranquilo aí tá!? Dá um tempo, que perseguição! Falar sobre aquilo que falamos???
Sobre aquilo o que??? Falamos sobre tantas coisas que quero ver agora se VOCÊ vai lembrar, "tim tim" por "tim tim" de todos os assuntos, de todos os movimentos, de todos os dramas, de todas as respirações. Fala sério, é muito fácil né....
esse seu comportamento essa sua mania de sempre causar um "rebuliço", criar um clima, já cansou. Me fala alguma coisa que me mova, PRA FRENTE e pára de querer voltar, sempre, voltar, voltar, voltar pra tudo que passou. Simplesmente pra voltar. é o movimento mais fácil as vezes. O trajeto já está no corpo.
Até o de ontem mesmo, já pode ter se esgotado sabia!? A gente se acomodou e não cria uma nova brincadeira, não apaga as luzes e tenta agarrar uma memória nova, no escuro.
E não é poesia não, não pense que sou que nem você, é fato e você sabe disso.
Mas tudo bem se é o que você quer eu também quero, vamos falar sobre o que aconteceu ontem
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